Sangue subindo...
Acho q passo a impressao pras pessoas de que sou uma pessoa calma e controlada. Bom, pelo menos acho q eh isso q passo. Mas quem me conhece sabe q isso naum eh lah bem verdade...
Ao contrario do Thadeu, q sempre parece naum se irritar com nada, eu sou uma pessoa q me irrito facilmente, e fico nervoso de uma forma mto rapida e intensa. Quem jah me viu dirigindo sabe como mudo da agua pro vinho de uma hora pra outra. E vice-versa.
Essa semana, tomei uma atitude q dividiu opinioes. Teve um dia q eu cheguei em casa e vi q tinha um carro tapando meia entrada da minha garagem. Porra, tava voltando de uma prova e tudo q queria era descansar, mas tinha um fdp bem na frente... Fui ver se minha irma tava com o carro na garagem, e qdo vi q naum coloquei o carro com mto esforco pra dentro (como minha irma naum tava, deu pra abrir o portao pra dentro, senaum naum entrava de jeito nenhum).
Na hora de fechar o portao, olhei pros dois lados da rua, e meti a chave na lataria do carro (um Classe A Preto) fazendo um risco profundo e ateh q grande (acho q do tamanho de um dedo mais ou menos). Agi corretamente? Naum sei, mas pelo menos eu fiquei bem menos estressado depois disso... NUNCA ponham o carro na frente de garagens. Vai saber se naum vive um Thominhas da vida nakela casa...
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Por falar em sangue, fui reprovado de novo na entrevista de doacao. O placar tah assim (em parenteses o numero de vezes q tentou doar):
3 doacoes - Gibinha (3) e Thadeu (3)
2 doacoes - Thomas (4), Dre (2) e Marilia (3)
1 doacao - Dô (2)
0 doacao - Ricardo (1) e Bia (1)
Lembrando q o Thadeu jah teve uma bolsa de sangue descartada e a Marilia doou uma vez antes da gente comecar a fazer isso. Ah, o lanche do Sirio Libanes eh muito melhor q o do Hospital do Cancer...
ThoMaS - 08:24
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Posição do Programa Nacional de DST e Aids frente à proibição de divulgação de campanha da Sociedade Civil
O Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids do Ministério da Saúde vem a público defender o direito de divulgação do vídeo "Pecado é não usar", que as organizações não governamentais engajadas no controle da epidemia de aids fizeram em resposta à posição da Igreja Católica contra o uso do preservativo.
Estamos em um país democrático, democracia esta que parcela da própria Igreja ajudou a construir, com a coragem de religiosos como Dom Paulo Evaristo Arns e inúmeros outros. Temos uma Constituição que defende as liberdades fundamentais como direito inalienável. Entre eles, a livre manifestação do pensamento e a liberdade de credo. O Governo Brasileiro não discute os dogmas e valores morais e individuais de abstinência e fidelidade conjugal.
Entretanto, ressalta que estas estratégias são inadequadas enquanto política de saúde pública para a prevenção do HIV e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis. Seria um erro uma política pública baseada no respeito à universalidade, à diversidade e na realidade cultural da sociedade preconizar condutas que não são compartilhadas por todas as pessoas. Temos o dever e a responsabilidade de afirmar que o preservativo é a única maneira de prevenir o HIV entre as pessoas que têm vida sexual ativa. No Brasil, um contingente de 91 milhões de pessoas.
Respeitamos a Igreja Católica, reconhecemos a contribuição que ela tem dado na luta contra a aids no Brasil. Desde o início da epidemia, a Igreja acolheu e amparou os órfãos da aids; criou esquemas de ajuda aos moradores de rua; fundou creches e instituições para dar assistência aos portadores; criou, inclusive, a Pastoral da Aids.
No entanto, a Igreja erra quando, para fazer valer o seu ponto de vista teológico, lança dúvidas sobre verdades científicas há muito comprovadas, pondo em risco a vida de pessoas que, por obediência religiosa, acabam se descuidando. Quando lidamos com vidas humanas não temos o direito de errar. Sabemos, também, que embora essa orientação venha do Vaticano, nem toda a Igreja Católica do Brasil a difunde. Prova disso é a decisão tomada em Itaici na reunião da cúpula da CNBB em 2000, quando o preservativo foi considerado, "dos males, o menor".
Democraticamente, não podemos ignorar a multiplicidade das orientações sexuais e nem deixar de respeitar o direito que as pessoas têm de manifestá-las e exercê-las. É papel do Estado garantir a saúde física de todos os cidadãos, e é papel das religiões tentar melhorar a saúde espiritual do Planeta. Mas não podemos mentir.
O preservativo é único meio de proteger a população do HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis tão prejudiciais à saúde quanto o vírus da Aids: o HPV, por exemplo, que provoca 90% do câncer do colo do útero; as hepatites virais, que acometem mais de 15% da população e podem levar à morte; a sífilis congênita, que provoca o aborto ou a má formação do feto, apenas para citar as mais conhecidas. Colocar em dúvida esta eficácia, especialmente, instituições com a credibilidade da Igreja Católica é danoso para a saúde pública. Anos inteiros de trabalho e investimento de recursos públicos para promover uma prática mais segura entre as pessoas que têm vida sexual ativa ou que ainda vão iniciá-la escorrem pelo ralo com declarações como a do Cardeal Colombiano López Trujillo.
Quando as ONG que trabalham com aids no Brasil decidiram veicular o vídeo contestando a posição da Igreja sobre o uso do preservativo, elas entenderam que a Igreja estava mentindo e, portanto, teria que pedir perdão, mais cedo ou mais tarde, por mais este equívoco histórico. E usaram como argumento a própria posição do Vaticano em 14 de março de 2000, quando o Papa João Paulo II proferiu em Roma a Oração Universal e a Confissão das Culpas e Pedido de Perdão pelos crimes do passado.
Toda a imprensa divulgou, à época, que o Vaticano estava tentando encontrar um jeito de pedir perdão à humanidade e, ao mesmo tempo, redimir a Igreja dos crimes pelos quais era acusada: o de perseguição religiosa na Idade Média; de violência e intolerância contra os povos pagãos do Novo Mundo; de omissão durante a ascensão de Hitler, que culminou com o holocausto. São essas as citações que o vídeo faz, baseando-se nas reportagens da época.
De fato, no Dia do Perdão, o Papa não se referiu à Igreja Católica em suas orações, mas a "homens da Igreja que, em nome da fé e da moral, às vezes lançaram mão de métodos não evangélicos no cumprimento da obrigação de defender a verdade". Com base neste dispositivo, a Arquidiocese do Rio de Janeiro, fundamenta a argumentação de que é uma injúria associar a Igreja aos momentos históricos relatados no vídeo. Ora, se o responsável pela política de aids em um país, em nome de suas convicções morais e religiosas, decidisse parar de promover o uso do preservativo e provocasse, com essa atitude, um grande aumento do número de transmissões do HIV e a morte de milhares de pessoas, quem seria acusado da irresponsabilidade? Apenas ele, como pessoa, ou todo o governo que ele representa e que permitiu que ele tomasse tal atitude?
É essa mensagem que o vídeo quis transmitir, no direito que as ONG têm - elas também parceiras importantíssimas do governo na luta contra a aids no Brasil e no mundo - de fazer o contraponto científico a dogmas religiosos que podem por em perigo toda a humanidade.
Prova disso é o comportamento de líderes do continente Africano, onde alguns, até há poucos meses afirmavam, peremptoriamente, que o HIV não existe e que a aids é uma doença social, não de transmissão sexual. A África, hoje, por essa posição anti-científica, é um continente ameaçado de extinção, com mais de 30% da população infectada pelo vírus. O continente Africano está aí para lembrar-nos de que não temos tempo para errar.
Portanto, é preciso cautela ao defender idéias. A Igreja está errada ao insistir que o preservativo não protege, e pode estar cometendo mais um crime contra a humanidade.
Vale lembrar que a própria Comissão Teológica Internacional, que redigiu o documento que justificava a necessidade que a Igreja tinha de pedir perdão à humanidade pelos erros do passado, alertou: "A Igreja é uma sociedade viva que atravessa os séculos. A sua memória não é apenas constituída pela tradição que remonta aos Apóstolos, normativa para a sua fé e a sua própria vida, mas é também rica na variedade de experiências históricas, positivas ou negativas, que ela viveu. O passado da Igreja estrutura em larga medida o seu presente." (Pág. 5).
E o próprio Papa João Paulo II acrescentou: "Um sério exame de consciência foi desejado por numerosos cardeais e bispos, principalmente sobre a Igreja de hoje. No limiar do novo milênio, os cristãos devem por-se humildemente diante do Senhor, interrogando-se sobre as responsabilidades que lhes cabem também nos males do nosso tempo" (TMA36, pág. 22 do documento, grifo dos próprios redatores).
Divulguem. Quero mais é que o circo pegue fogo. Guardem bem este nome: Cardeal López Trujillo. Quando a gente se encontrar com ele no inferno...
Temas polêmicos devem ser discutidos...foda-se o Dom Paulo Evaristo Arns também. Aliás, cadê o Padre Marcelo nestes temas. Não estranharia se na próxima eleição ele concorresse com a Marta. Será que ele tem medo de tocar no assunto e bater de frente com a Igreja, ou será que ele apoiaria sua doutrina e ficaria contra toda a cúlpula ideológica nacional?
Assim é fácil fazer sucesso....Cada um com o seu Gugu. "Que a terra há de comer"
FEI - 09:52
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OOOOOOOOOOiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Gente, que zica é essa!!!
Thadeu, Thomas, Fei... cadê as idéias mirabolantes e o post's interessantes q só vcs sabem fazer??? Td bem q estão todos em provas, exames, subs e afins mas assim tb não dá, né!!!
Ah, obrigada por aparecerem no meu niver (até o elemento surpresa apareceu, vulgo Diego), vcs são demais...
Ah novamente, Thadeu e Dô, não q eu esteja reclamando mas apareçam em casa mais cedo, assim dá para ficar mais tempo conversando e eu não tenho q pagar o mico de ficar no meio da rua, de camisola, conversando com dois marmanjos. (eles chegaram em casa eram 23:00)
Ah de novo, estou com saudades do assassino com o seu português extraordinário, cadê ele??? Saudades!!!
AAAAAAAAAAAAAAaaaahhhhhhhhhhhh, as férias estão chegando... precisamos doar sangue, fazer churrasco e tudo o que prometemos para esse ano e não tivemos tempo ou capacidade de concluir.
Bjs, bjs e + bjs da Má :-)
Maríliazinha - 08:37
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